Acredito que qualquer pessoa que tenha lido as abobrinhas que escrevo neste Blog já percebeu o que nem eu mesma já havia percebido: Sou uma otimista incorrigível!

Isso mesmo. Pronto, falei.

E mesmo que eu não seja otimista do tipo que acha que tudo está bom, eu sempre acho que tudo pode melhorar e que não há coisa ruim que não possa piorar, isto significa que mesmo que algo esteja muito ruim, acredito que poderia estar pior e isso me conforta.

Ah! Eu acredito também em “Laws of attraction”, pensamento positivo e todas as outras coisas que minha mãe, uma verdadeira Poliana, fez o favor de me ensinar ao longo dos anos.

Não comentei aqui mas mudei de apartamento na semana que passou. Fui pra um maior, mais espaçoso, mais organizado, mobiliado, melhor localizado e muito muito mais bonito.

O que era pra ter sido a melhor mudança da minha vida quase se trasforma no pior dos meus pesadelos.

É assim: O apartamento é quase todinho mobiliado, mas eu precisava comprar um ar condicionado (artigo de primeiríssima necessidade pra qualquer Paraoara) e uma cama (artigo de zeríssima necessidade para qualquer pessoa que se preze)

Descobri da pior forma possível que sou a mais entulheira das pessoas. Eu passei exatamente 1 ano morando num apartamento-apertamento e consegui reunir mais bregueços do que muitas famílias juntas. Conclusão??? Minha mudança que deveria ter consumido apenas uns dois dias, tornou-se uma aventura sem precedentes e ainda não acabou!

Como tenho até o dia 31 pra sair do antigo apertamento, decidi me mudar aos poucos, mas quando a cama e o ar condicionado chegaram, achei que seria mais prudente passar a dormir no apartamento novo, por todos os motivos listados acima.

No exato dia em qua a cama chegou, percebi que umas 08 lajotas justamente do meu quarto resolveram brigar entre elas e formar um “espaço morto”, o que fez com que elas se quebrassem sem nenhum motivo aparente. Dormi na minha cama box liiiiiiiiiiiiiiiiiiinda de casal (lindas ambas 🙂 – a cama e eu), mas percebi durante a noite que o ar condicionado digamos que servisse de circulador de ar (????????). Não bastando isso, percebi no dia seguinte, ao demorar horrores para acordar do meu sono de princesa (cof! cof!) que há uma “certa umidade” no chão do meu quarto.

Ok. Vida que segue. Passei o dia todo trabalhando e quando volto ao meu novo doce lar para dormir, o ar condicionado continua “circulando” e, pior, durante uma chuva torrencial, noto ainda que chove dentro do meu quarto. Isso mesmo!!!! CHOVE DENTRO DO MEU QUARTO.

Mas o sono foi maior. O meu sono sempre é maior do que qualquer coisa.

Quando acordei no dia seguinte, ao pisar  no chão já com algumas lajotas a menos, noto UMA POÇA D’ÁGUA. Isso mesmo. Uma poça d’água lindamente conjugada à minha cama box novinha e liiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiinda. Fui até a outra janela do meu quarto e percebo UMA OUTRA POÇA D’ÁGUA só que desta vez conjugada aos meus sapatos!!!!!!!!!!!!!!!! Isso mesmo!!! Uma outra poça d’água conjugada aos meus sapatos!

Fui até a sala que é conjugada à cozinha e olho para a outra janela e duvido que vocês adivinhem o que achei lá!!! UMA NOVA POÇA D’ÁGUA conjugada às caixas dos meus livros.

Não sei se foi o sono, o otimismo ou uma loucura repentina. Só para explicar o quanto sou apaixonada por livros, vale contar que meu Neurologista certa vez perdeu quase todos os seus livros porque na sua clínica houve um vazamento do cano da Ressonância Magnética que, não por acaso, passava bem em cima do seu consultório e todos os livros, eu disse TODOS OS LIVROS dele que estavam lindamente expostos nas prateleiras, ficaram estragados. Adivinhem o que eu fiz ao saber disso???? Chorei compulsivamente na frente dele. Graças a Deus ele não me mandou direto para o Psiquiatra.

O fato é que ao perceber que as poças conjugadas não tinham feito tanto estrago assim e tanto a minha cama box de casal (liiiiiiiiiiiiiinda) quanto meus sapatos e meus livros estavam intactos, eu não dei escândalo nenhum e só chamei o dono do imóvel pra que resolvesse o problema.

Percebam que o imóvel que era maior, mais espaçoso, mais organizado, mobiliado, melhor localizado e muito muito mais bonito se tornou um imóvel com lajotas futuantes, ar condicionado que só ventila e que chove dentro!!!

Na sexta-feira, entreguei a chave para o dono resolver as broncas todas com uma calma que surpreendeu a mim mesma e fui liiiiiiiiiinda dormir na casa da Lucélia, minha amiga e companheira de almoços animados 🙂

Ao acordar, fui direto para o plantão de 24 horas. Sim, às vezes eu sou uma espécie de Jack Bauer e tenho apenas 24 horas para resolver todas as broncas do mundo!

Quando cheguei ao plantão, compreendi porque depois da tempestade vem a bonança (para os otimistas, é claro).

Meu dia começou com um scrap no Orkut me informando que alguém totalmente desconhecido por mim, chegou a este Blog por meios totalmente desconhecidos por mim, leu o que escrevo e se identificou!! Isso foi algo maravilhoso e sem precedentes.

Depois disso, falei com minha amiga Kiara sobre meus projetos para Abril e descobri que estão todos muito bem encaminhados.

Mais tarde, fui elogiada por um paciente que eu já havia atendido quase 01 ano atrás e ele se mostrou muito feliz por eu tê-lo atendido novamente.

Saí do plantão por cerca de 5 minutos para comprar o meu almoço num restaurante self-service de perto do Hospital (deixando outro médico no meu lugar, que fique bem claro) e fui cumprimentada desde o porteiro do restaurante até o caixa.

Tive a felicidade de confirmar um diagnóstico  difícil.

Kiara me elogiou como escritora (acho que blogueira seria mais adequado).

Recebi a notícia de que meu amigo está completamente apaixonado meeeeeeeeeeeesmo e dei  o maior apoio.

Ouvi de um amigo meu que sou nova demais e bonita demais  (Cof! Cof!) pra deixar de curtir minha vida

Enfim… Tantas coisas boas aconteceram hoje que chego a ficar com medo.

Depois da tempestade, vem a bonança? Ótimo.

Mas e se depois da bonança a tempestade voltar?

O que será que encontrarei no meu apartamento novo amanhã??? Caos novamente ou a ordem de volta ao Santo Lar de Renata?

Aguardem cenas dos próximos capítulos.

No próximo episódio… Renata terá apenas 24 horas para… Dormir e sonhar que nós moramos no melhor dos mundos possíveis (Cândido ou O Otimismo)

Baci!

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Thais

Janeiro 16, 2008

Em janeiro de 1999 decidi que estudaria uma língua estrangeira. Eu já estava no segundo ano da faculdade e já era formada em inglês. Estava tentando sair de um relacionamento fracassado mas estava sendo muito, muito difícil. Pensei em estudar francês, mas o curso era longo demais. Pensei em estudar espanhol mas não fazia idéia de onde seria o melhor curso. Decidi estudar italiano, língua dos meus antepassados nem tão antepassados assim.

Escolhi estudar aos sábados porque não influenciaria nos meus horários muito loucos da faculdade.

No primeiro dia de aula, ao subir as escadas, uma moça com aproximadamente a minha idade pergunta se sou também do primeiro nível. Resposta afirmativa, procuramos nossa sala.

A minha primeira impressão foi de indiferença. Dela, de descaso, quase desprezo. Como ela mesma me disse anos mais tarde, ela me achou muito petulante e metida, além de falar alto e ser esparrenta.

Foi assim que conheci minha melhor amiga.

As aulas de italiano eram semanais. Não tínhamos nenhum contato entre um sábado e outro. Algumas vezes fomos ao shopping, outras vezes conversamos nos intervalos. Nada além disso.

Quanto à minha faculdade, foi seguindo seu rumo. O namoro que estava terminando, de fato terminou, alguns meses depois. Conheci outras pessoas, tentei me refazer da decepção e do costume.

Cerca de um ano depois, um ano e meio, não estou bem certa, foi a vez da Thais terminar um namoro longo e sofrer muito por isso. Eu já tinha passado pelo desespero de viver grudada a uma única pessoa e depois do término não saber sequer ir ao shopping sozinha. Não deixaria que alguém de quem eu já tinha aprendido a gostar passasse pelo mesmo que eu.

E foi assim que passamos a sair todos os finais de semana. Foi assim que conhecemos os amigos da outra e passamos a ir ao cinema aos domingos.

De colegas da aula de italiano, “oriundi”, passamos a ser amigas inseparáveis e eu descobri alguém maravilhoso, que não sei como poderia não fazer parte da minha vida.

Hoje é aniversário da Thais e não tenho nem por onde começar a explicar o quanto a minha amiga é especial.

Perdi a conta de quantas vezes discordamos, de quantas vezes fizemos compras juntas, de quantas vezes sofri pelas escolhas erradas dela e de quantas vezes ela também sofreu pelas minhas escolhas erradas, apesar de saber que ela sempre me achou muito mais segura de mim.

O que desejar pra minha melhor amiga? Tudo de bom???Felicidades? Amor? Sorte? Sucesso? Realizações? Também.

Mas, no meu íntimo egoísta, desejo ainda que ela seja minha amiga eternamente e que eu possa sempre contar com seu ombro pra chorar minhas desilusões e com sua companhia para ser cada dia mais feliz.

Felia aniversário, miguxa!!!

Eu te amo muito!

Baci!

Mancuso

Janeiro 12, 2008

My hero, my brother, my friend…

Mancuso apareceu na minha vida sem querer. Nem me recordo ao certo como comecei a conversar com ele, ainda na internet nos idos de 2001, ainda usando o mIRC (abafa o caso!).

O fato é que as conversas se tornaram freqüentes e os amigos em comum foram se multiplicando até o dia em que nos conhecemos pessoalmente. Lembro que fomos tomar um sorvete da Cairu e ele me surpreendeu por escolher justamente o sorvete de maracujá (abafa o caso de novo!).

Mancuso, ou melhor, Marcio, quer dizer, Cuso é uma pessoa simplesmente indescritível. Já conseguiu esculhambar com minha sandália nova e me chamar de lesa por me apaixonar pelo cara errado assim, na lata, sem titubear e sem sequer tentar escolher palavras, mas o mais surpreendente de tudo, é que ele fala com uma sinceridade tão absurda que é impossível ficar pelo menos chateada muito menos magoada porque a intenção dele é somente te fazer feliz e te fazer uma crítica construtiva.

Ele já me avacalhou por dias inteiros, já me levou pra tomar chuva num show da Tribo de jah, já me deu alguns dos melhores abraços da minha vida e já me deixou lavar suas camisas com as minhas lágrimas.

Ele já ficou bêbado por minha causa, assumindo a “responsabilidade” de beber no meu lugar na Mexicana e já foi aos lugares mais micantes do mundo me acompanhando. Já deslocou o ombro na minha frente, brincou de Porrinha de uma forma inusitada e inventou de ir pra Mosqueiro de madrugada.

Mancuso faz parte da minha vida e espero que faça parte enquanto eu existir.

Hoje é o aniversário do Cuso. Mais um aniversário em que estamos longe.

Porém, mais um aniversário em que tenho a felicidade de desejar tudo de melhor pra ele, sempre. Mais um aniversário em que somos amigos.

Seja sempre meu herói, meu irmão, meu amigo.

Te amo!

Baci!

Vanessa

Janeiro 4, 2008

Janeiro está longe de ser meu mês preferido, mas nele posso incluir os aniversários de algumas das pessoas mais importantes da minha vida.

Vanessa é minha prima-irmã. Não. Vanessa é muito muito mais que isso.

Vanessa é a personificação da minha família.

Quando éramos crianças, ela me tratava como mãe. Na nossa infãncia remota ela, que é 3 anos mais velha que eu, não costumava brincar comigo.

Recordo com carinho do dia em que nos aproximamos. Eu tinha uns 7 ou 8 anos e morava na casa da vovó junto com minha mãe. Não sei se meus tios tinham ido a alguma festa ou se estavam viajando, só lembro que Vanessa foi dormir na minha casa. As salas grandes da casa da vovó estavam sendo reformadas e os móveis não estavam lá. Tudo que tínhamos eram 2 salas conjugadas e todo o espaço pra nossa imaginação. Brincamos até não agüentarmos mais e desde então passei a ir a sua casa todos os finais de semana.

Meus tios moravam a umas 5 quadras da minha casa e nós fizemos de tudo um pouco juntas. Andamos de bicicleta, inventamos jogos, fomos acionistas da bolsa de valores, leiloeiras de arte, detetives, jogaoras de futebol, patinadoras, bailarinas, atrizes, corredoras de fórmula 1.

Assistimos aos mais variados filmes. Lemos os mais variados livros. Contamos os mais variados segredos uma pra outra.

Com Vanessa aprendi o que é cuidar e ser cuidada, a amar e ser amada. Aprendi o que é ter uma irmã.

Não tenho como quantificar tudo que ela já fez por mim, nem o medo que sinto dela até hoje quando sei que fiz algo que a desapontaria, assim como não tenho como quantificar o orgulho que sinto dela e que eu sei que ela sente de mim.

Não há pessoa no mundo em quem eu confie mais. Não há pessoa no mundo que eu deseje mais bem. Não há pessoa no mundo que me entenda e queira o meu bem como ela.

Lembro que uma vez falei pra ela que em hebraico “prima” e “irmã” eram uma palavra só. Ela rebateu dizendo que isso se devia certamente a uma pobreza extrema da língua. Mas o significado é exatamente igual para nós. Talvez se fôssemos irmãs de verdade, não seríamos tão amigas.

Estamos unidas pelo amor de irmãs, mas também pela dor. Nós duas sabemos o que é perder um irmão, que não por acaso era o irmão dela e meu primo.

Certa vez, na adolescência, perguntei a Vanessa se continuaríamos tão amigas durante a vida adulta e ela me disse que com certeza sim. Que os programas seriam a diferença. Ao invés de irmos ao shopping ou ao restaurante, marcaríamos de levar nossos filhos à praça 🙂

Nunca falei de meus amores pra Vanessa. Achava que ela tomaria minhas dores e sofreria junto comigo. Descobri depois de um tempo que ela sofria por não participar da minha vida e por temer que alguém me fizesse mal. Resolvi então que todos os manés da minha vida teriam nome e sobrenome 🙂

Que neste aniversário e neste ano de 2008, possamos ser mais amigas e companheiras.

Toda a felicidade do mundo pra minha prima. Obrigada por ser tão imprescindível na minha vida.

Baci!

Balanço de Ano Velho

Dezembro 31, 2007

É inevitável, né?

Chega essa época do ano e a gente não se conforma se não fizer uma análise às vezes fantasiosa, às vezes nua e crua da realidade que nos cercou nos últimos doze meses. É imprescindível entrar no Novo Ano com o mínimo de mágoas possível e com o máximo de esperança possível.

Hoje fiquei pensando na vida, assim, como se não tivesse nada pra fazer e cheguei a algumas conclusões.

Meu amigo especial me disse que 2007 foi seu ano de purgatório e eu tenho que concordar. O ano que graças a Deus terminará amanhã foi, para mim, de fato, um ano de purgatório.

Digo isso porque 2006 foi certamente um ano inteiro de inferno astral. Como se não bastasse ter mudado de cidade de um dia pro outro, iniciei a Residência de Clínica Médica e me decepcionei muito com pessoas, serviços, Medicina, estudo, trabalho, etc etc etc. Passei por um período brabo de adaptação, larguei empregos em Belém, parei minhas aulas de francês, e, além de ter parido um apêndice, fiquei doente por quase 2 meses e quando já estava me recuperando em todos os sentidos, recebi a bomba da morte do Fabricio.

Estava prestes a mergulhar num processo depressivo muito intenso e importante e no penúltimo dia de 2006, sonhei com meu primo. Era um sonho tão real que não tenho como avaliar se de fato aconteceu mas foi o que me animou para sair de tudo em que eu estava e entrar 2007 da melhor forma que eu poderia naquele momento.

Em 2007, voltei pra academia mas logo em seguida perdi minha vovó. Entrei em estado de mal asmático seguido de pneumonia atípica e depois uma crise básica de ansiedade mas não posso deixar de comemorar as minhas vitórias.

Se em 2006 decidi qual subespecialidade seguir, em 2007 consolidei o desejo e a vontade. Viajei muito, aprendi mais ainda, dei continuidade à Residência, iniciei uma pós-graduação, mudei de casa, cortei o cabelo, fiz novos amigos e consolidei as velhas amizades.

Em 2007 eu me apaixonei, me decepcionei, mas preferi me iludir e continuar apaixonada porque isso siginifica estar viva.

Em 2007, saí meio que a contra-gosto da minha zona de conforto e estou agora mais frágil, porém mais sensível também.

Conheci minha irmã e tantas pessoas maravilhosas. Descobri que posso ainda mais.

Que 2008 seja o ano do paraíso!

Baci!

Cortar o Tempo

(Carlos Drummond de Andrade)

Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um indivíduo genial.

Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.

Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.

Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente.

Kiara

Novembro 24, 2007

” É melhor ser alegre que ser triste
Alegria é a melhor coisa que existe
É assim como a luz no coração
Mas pra fazer um samba um samba com beleza
É preciso um bocado de tristeza
Senão não se faz um samba, não”

Hoje eu poderia falar da ausência do meu primo-irmão, mas resolvi fazer uma espécie de “jogo do contente” e falar d alegrias e não de tristezas.

Por mais que as alegrias não nos façam esquecer das tristezas, há decisões e opções que nos são permitidas e, neste instante, prefiro que as tristezas fiquem caladas.

Hoje é aniversário da Kiara!

Sim, minha única leitora assídua e poeta particular. Provavelmente uma das pouca pessoas que me considera MEIGA (isso mesmo, MEIGA), confidente e companheira para papos intermináveis e churrascos no “Mineiro”.

Ah! Não posso me esquecer também de que ela é quase a única pessoa que achas que este blog vale a pena ser lido. Talvez nem minha mãe achasse isso se o lesse…

Sinto-me privilegiada por conhecer alguém tão livre de preconceitos e ao mesmo tempo, tão capaz de amar e de se entregar às pessoas e às amizades, apesar do risco de “quebrar a cara”. Sou privilegiada mais ainda por poder chamá-la de amiga e por poder cmpatilhar de tantos momentos maravilhosos até mesmo quando leio o seu blog.

Aniversários são bênçãos. Adquirimos mais maturidade e experiência e amor à vida com o decorrer deles.

São verdadeiras Revoluçõs Solares, ou seja, o verdadeiro Ano Novo individual. É quando olhamos pra trás e percebemos o que já fizemos e tentamos olhar pra frente pra buscarmos o que AINDA não atingimos.

Numa viagem recente de avião, minha companheira desconhecida de viagem, em pânico pela decolagem e aterrissagem, ressaltou o quanto somos capazes de tudo que quisermos com vontade. Um avião voar é quase um milagre. Um aniversário a mais é certamente um milagre para nós e para quem nos ama.

Para a Kiara, é uma alegria dupla.

Fazer parte do mundo e ao mesmo tempo deixá-lo mais feliz.

Que este aniversário seja o primeiro de muitos de uma longa amizade, já que “nada é por acaso” e se somos amigas (sim, ela disse que quando for famosa, vou poder dizer que somos amigas e ela não vai desmentir), certamente é porque já nos conhecíamos antes.

Obrigada por existir, por ser inspiração contínua, leitora assídua, poeta talentosa e minha fã 😉

Seja feliz sempre e irradie felicidade!

Beijos e até a Balzaquianice 😉